Das praias que conheci – Parte III

18 de julho de 2010

Janeiro de 2005.

Destino: COSTA DOS CORAIS!!!

Férias perfeitas, praias perfeitas.

Com máquina digital, carro alugado, sem nenhum hotel reservado, no melhor estilo easy rider.

Ai ai…

Tenho que deixar aqui registrado que foi nesta viagem que “conheci” Ricardo Freire e seu ponto de vista tão parecido com o meu. Foi numa revista de turismo que estava na banca do aeroporto. Muita coincidência, eu indo para aquela região e um cara falando de lá… Sei… Qual não foi nossa surpresa quando ele sugeria a visita a uma região que nós com certeza não iríamos conhecer (como todo turistão, iríamos contornar a então nomeada “Rota Ecológica”, entre Maceió e Maragogi). Deste então, sempre “consulto”-o quando quero saber alguma coisa sobre viagens. 

Descemos em Maceió, pegamos um carro (sim, a partir de então, sempre com carro) no aeroporto mesmo e fomos direto pra São José da Coroa Grande em Pernambuco, há uns 150km.

Chegando em São José da Coroa Grande

Ficamos na Pousada Oriente, beira-mar, novinha (na época), praia de cidade com amendoim cozido, queijo coalho assado, raspa-raspa e o delicioso “PICOLÉ CASEIRO CAICÓ”.

Poucas alternativas para comer, com exceção do restaurante Calamares. classe A e preços moderados.

Com a base em São José, fomos fazer minha primeira visita à Praia dos Carneiros…

Que primeira impressão…

A tradicional foto "na sombra do coqueiro"

Nós na paradisíaca Praia dos Carneiros

Carneiros by Wal

Com as dicas de Ric (intimidade é foda), entramos em Japaratinga pra descobrir um lugar quase perdido. Estrada de terra e clima de interior à beira-mar. Encontramos uma pousadinha também recém inaugurada chamada Igarakuê. Simples e limpinha, nada de mais. Não gostei muito da localização, a pousada ficava muito perto do rio e o mar ficava um pouco turvo.

No dia seguinte seguimos para São Miguel dos Milagres, do outro lado do rio.

Ficamos na Pousada da Amendoeira. Novinha. Uma delícia. Um rango delicioso (diária com meia pensão). Ótima dormida.

Espelho em Milagres

 De Milagres, fomos para Barra de São Miguel, praia linda, pena que praia de cidade. Muito cheia. Mas ficamos no melhor hotel da cidade, e no melhor quarto também. O hotel era o Village Barra, beira-mar, linda vista, quartos novos, e na cidade uma variedade enorme de comidinhas gostosas.

Modelete

Ufa!!!


Mais um fim de ano na praia

14 de janeiro de 2010

Mais uma vez fui pro já tradicional fim de ano na praia, circuito Carneiros-São Miguel dos Milagres. 

Como eram os mesmos lugares, as mesmas paisagens, praia lotada o dia todo, mais chuva que o esperado e eu estava a fim de descansar mesmo, não tirei muitas fotos esse ano… 

Foram 14 dias de Carneiros. 

Esqueminha “cevação” total, muita comida no café da manhã, muito refri nos intervalos, batata e macaxeira frita, longos períodos sem comer, jantares fartos – Beijumangas e Lagostas Metidas… 

Para piorar a  “cevação”, como geralmente chovia de manhã não teve caminhada pra diminuir os efeitos da deliciosa cartola servida no café da manhã… 

O carro só saiu do estacionamento pra ir à sorveteria e ao mercado para compra de ‘mantimentos’… 

Teve estreia de máquina na praia e eu gostei do resultado, apesar de não ter tirado muitas fotos… Hehehehehe 

E a preguiça foi tanta que não queria nem montar o tripé… Então, dá-lhe auto-retrato… 

Sombra e preguiça

Só de auto-retrato

Passada na Capela de São Benedito pra agradecer mais uma visita a Carneiros e pedir menos gente no próximo ano. 

Na Capela de São Benedito

Agradecendo pelo dia de sol...

A festa do Reveillon foi melhor e mais bem organizada que a do ano anterior. De novo no Beijupirá. A comida estava uma delícia e o goró bem servido. A única coisa ruim foi o som alto até 6h da manhã (!!!!!)… E olha que estava chovendo… Caraleoo!! 

Psycoconuts

Esperando a virada

Dia 2 de janeiro fomos pra São Miguel dos Milagres, pelo velho caminho de sempre: Tamandaré-São José da Coroa Grande-São Bento-Maragogi-Japaratinga-Porto de Pedra-Povoado do Toque… 

Eu consegui pegar uma salmonelinha de leve e foram 4 dias de rainha – no trono – regados a muita água de côco e paracetamol. 

E assim se passaram 18 dias…


E ainda tem praia

9 de dezembro de 2009

Pra fechar com chave de ouro o ano, ainda tem praia!

Tem a minha praia!

Olha que pontal mais lindo!

14 dias no paraíso, mais uma vez!

Não vou me alongar na descrição do meu paraíso:

http://viagenseventuras.wordpress.com/2009/01/09/o-sonho-acabou/

É meu paraíso e pronto.

Há 5 anos…

Só lamento que meu paraíso seja o paraíso de cada vez mais gente e agora tem até festa de reveillon na praia. Por mim não tinha nada… Me basta o mar. Fora o fato da festa ser bem ruinzinha…

Esse ano teremos lua cheia! Vai ser um show a parte.

Enfim, começo aqui a mais curta contagem regressiva.

FALTAM APENAS 9 DIAS PRA EU VOLTAR PRO MEU PARAÍSO!!!!


Viagens com destino ao Judiciário

9 de julho de 2009

Deu no STJ!

Adorei a iniciativa do Tribunal, dando dicas sobre férias e como se proteger, baseadas em suas próprias decisões.

“Está aberta a temporada das férias escolares. Época de viajar com a família e aproveitar para conhecer novos lugares e culturas. O problema é quando a tão sonhada viagem acaba tendo um destino inesperado: o Poder Judiciário. Seja por um voo atrasado ou cancelado, bagagem extraviada, problemas para entrar no país estrangeiro ou com a agência que vendeu gato por lebre… Para orientar o turista lesado, o Superior Tribunal de Justiça preparou este pequeno guia de viagem com as principais decisões da Corte Superior em litígios envolvendo turistas.

Atraso em voo e extravio de bagagem

O STJ já tem jurisprudência consolidada no sentido de que atraso de voo e extravio de bagagem, quando não provocados por caso fortuito ou motivo de força maior, geram indenização por dano material e moral. Muitas decisões já consideraram que problema técnico nas aeronaves é fato previsível e não caracteriza caso fortuito ou força maior (Resp 442.487).

Os valores das indenizações são delimitados pelo Código Brasileiro de Aeronáutica para voos domésticos e pela Convenção de Varsóvia e suas alterações para voos internacionais. Mas, com a entrada em vigor do Código de Defesa do Consumidor, a Segunda Seção do STJ, especializada em Direito Privado, estabeleceu que as indenizações não se restringem às regras da convenção, que não deixam de servir como parâmetro. Os ministros entendem que, quando a relação é de consumo, o CDC supera a Convenção de Varsóvia e o Código Brasileiro de Aeronáutica.

Seguindo essa jurisprudência, no julgamento do Resp 612.817, a Quarta Turma reformou a decisão de segundo grau que isentou a Vasp – Viação Aérea São Paulo de indenizar um passageiro pelo atraso de 12 horas em um voo entre São Luís (MA) e Maceió (AL). O passageiro também teve a bagagem extraviada. Os ministros restabeleceram a decisão de primeiro grau que fixou os danos morais em R$ 5 mil e os danos materiais em R$ 194 para ressarcir despesas com alimentação, transporte e hospedagem.

No julgamento do Resp 740968, a Terceira Turma fixou em R$ 8 mil por passageiro a indenização por danos morais em razão do cancelamento injustificado de voo. A companhia levou 16 horas para acomodar os passageiros em outro voo no trecho entre Sidney, na Austrália, e Porto Alegre (RS). Por causa desse atraso, os viajantes perderam a conexão para o Brasil. Sem direito a transporte e hospedagem, eles tiveram que dormir no aeroporto de Buenos Aires, na Argentina. A indenização havia sido fixada em cem salários mínimos, mas foi reduzida no STJ porque os ministros consideraram o valor exagerado.

Prazo para reclamar

Em diversos julgados, a Quarta Turma decidiu que, nas ações de indenização por atraso em voos, não se aplica o prazo decadencial de 30 dias previsto no artigo 26, inciso I, do CDC, e sim a regra geral do artigo 205 do novo Código Civil: dez anos, se a lei não fixar menor prazo.

No Resp 877446, a TAP – Transportes Aéreos Portugueses S/A queria a aplicação do prazo previsto no CDC, mas não foi atendida. No caso, um casal ajuizou ação de indenização contra a companhia por conta de atraso em dois voos entre Brasil e Portugal. A indenização havia sido fixada em 4.150 direitos especiais de saque (DES). Essa unidade é calculada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e passou a integrar o ordenamento internacional que trata de aviação, com entrada em vigor no Brasil em 2006.

Citando precedentes da Quarta Turma, a defesa da TAP também pediu a redução da indenização para 332 DES, valor arbitrado pelo STJ em casos análogos. Atualmente, um DES vale aproximadamente R$ 3. Na época da decisão, a indenização girava em torno de R$ 13 mil por passageiro.

A relatora, ministra Nancy Andrighi, ressaltou que, com a incidência do CDC nessas situações, a indenização não deve ser tarifada. Por um lado, ela considerou o valor fixado excessivo. De outro, avaliou que 332 DES, correspondente na época a R$ 1.076,54, não seria suficiente para ressarcir o dano moral sofrido. Seguindo as considerações da relatora, a Turma fixou a indenização em R$ 3 mil.

Agências de viagem

As agências de viagens, de modo geral, não podem ser responsabilizadas por atrasos em voo quando ela apenas vende as passagens para o consumidor. Nesses casos, a responsabilidade é exclusiva da companhia aérea. Essa foi a tese aplicada no julgamento do Resp 797836.

Contudo, quando uma agência de viagens vende um pacote turístico com voo fretado, ela é responsável pela má prestação dos serviços vendidos, inclusive do transporte. Com esse entendimento, o STJ manteve a condenação da Agência de Viagens CVC Tur Ltda de indenizar uma consumidora (Resp 783016).

Cobrança à vista de compra parcelada

A agência de viagens pode ser responsabilizada pela cobrança integral, de uma só vez, de passagem vendida em parcelas no cartão de crédito. Foi esse o entendimento aplicado pela Quarta Turma no julgamento do Resp 684238 interposto pela STB – Student Travel Bureau Viagens e Turismo Ltda, condenada a pagar 40 salários mínimos a título de indenização. No caso, um turista comprou a passagem no valor de US$ 816,55 em cinco parcelas. Ele relatou que, no mês seguinte à compra, não houve cobrança da primeira cota e, no fim do ano, quatro prestações foram cobradas de uma única vez sem que ele tivesse recursos para arcar com a despesa inesperada.

A agência alegou que a responsabilidade era da administradora de cartão de crédito e queria que, na própria condenação, o ônus fosse repassado à instituição financeira. Como não existe um contrato entre a agência e administradora responsabilizando esta pelo não cumprimento do parcelamento da compra, não pode haver a chamada “denunciação da lide”. O relator, ministro João Otávio de Noronha observou que, como o negócio foi realizado no interior da agência, não pode ser afastada a responsabilidade dela pelo erro no processamento da fatura. Ele ressaltou que nada impede que a agência ingresse com ação de regresso contra a administradora para tentar o ressarcimento do que pagou de indenização.

Barrados pela imigração

Quando o turista é barrado pela imigração em algum país estrangeiro, mesmo estando com todos os documentos exigidos, é evidente o dano material e moral. Principalmente quando esse turista é maltratado pelas autoridades estrangeiras e deportado sob escolta policial, sem nenhuma justificativa.

Muitos brasileiros, em especial os que se dirigem a países da Europa, têm enfrentado esse constrangimento. Apesar de todo o sentimento de frustração, impotência e dos prejuízos financeiros, juridicamente não há muito o que ser feito. Não existe nenhuma norma internacional que obrigue os países a aceitar em seu território todos os estrangeiros que pretendem entrar nele. Portanto é lícita a recusa de um Estado em receber qualquer viajante.

Mesmo assim, alguns turistas recorrem à Justiça brasileira. A Terceira Turma do STJ julgou, em maio de 2008, o recurso ordinário de um turista que ingressou com ação de reparação por danos morais e materiais contra o Estado da Nova Zelândia. Mesmo com visto, ele alega ter sido isolado, submetido a horas de interrogatório e depois deportado.

Os juízes de primeiro grau têm extinguido essas ações sem julgamento de mérito por entender que, ao rejeitar a entrada de um estrangeiro, o Estado pratica um ato de império, imune à jurisdição brasileira. O STJ tem reformado essas decisões para dar continuidade às ações com a citação do Estado estrangeiro. Cabe ao representante do país no Brasil manifestar a recusa em se submeter à autoridade judiciária brasileira. Se o diplomata invocar a imunidade, fim de caso. (RO 57, RO 69 e RO 70)”.


Morro de São Paulo

5 de junho de 2009

Vencido o medinho do transporte, hora de se instalar.

Modéstia parte, fizemos uma boa escolha.

Patachocas Eco Resort:

Localizado na 4ª praia de Morro de São Paulo, fica longe do agito da 2ª praia e tem um serviço classe A.

As instalações são novinhas e tudo cheira a novo.

Nosso quarto tinha até mensagem:

Aposentos

Aposentos

Ar condicionado na tora + edredon pesadão (na praia?) = SONO DOS ANJOS.

Ah, tinha até wireless no hotel (vide post do Aerovibe).

Ufa!!!

Alívio total ter boas instalações pra ficar em paz porque a chuva realmente se fez presente…

Das chuvas

Chuva na praia é foda. Praia combina com sol, céu azul e calor. Quando falta algum desses elementos parece que não estamos na praia, ou não vivenciamos sua pleinitude.

Não posso reclamar demais porque o Nordeste brasileiro tem uma característica muito peculiar: chove, mas não é chuva pra chover o dia inteiro. Ela se concentra em períodos. Quando chegamos em Salvador, lá pelas 11h, estava chovendo; parou de chover quando entramos no AeroVibe, no caminho de Morro pegamos uma chuvinha esparsa em cima do mar (ui!), mas depois que nos instalamos, lá pelas 4h já dava pra ver um pouquinho do azul e não choveu mais…

Em outro dia choveu a noite, em outro, a tarde…

Enfim, tinha sempre um período de “estiagem” e a gente corria pra praia pra aproveitar o momento com os pés na areia.

Mas vamos voltar às praias

Morro deve ser linda no verão, sem chuva, mas mesmo assim, conseguimos alguns bons”cliques”:

Farol visto da 2ª praia

Farol visto da 2ª praia

2ª Praia

2ª Praia

2ª Praia

2ª Praia

Felipe e Letícia chegaram 2ª feira e a farra começou:

Galera!!!

Galera!!!

Galera!!!!

Galera!!!!

Galera!!!

Galera!!!

Moreré – Capítulo a parte

Tentamos ficar em Moreré.

Não conseguimos fazer as reservas no Alizée-Moreré, e como sabíamos que estaria aberto, fomos na cara e na coragem.

O caminho foi tortuoso, bem tortuoso…

Primeiro perrengue: Land Rover 4×4

Estrada para Moreré

Estrada para Moreré

A estrada que no verão é areia pura, tava que era só água…

Segundo perrengue:

A Land nos deixou no pontal, onde pegamos uma “voadeira” até a ilha de Boipeba, onde se localiza Moreré. Fiz um filminho na volta (na ida estava chovendo) e graças a Land, estava nos esperando (conforme combinado).

E a chuva continuou…

Chegamos ao hotel e nos instalamos, quando a chuva estiou, fomos rangar, e, SURPRESA, rango nota 10, ou seria com estrela 4 Rodas? Comemos no Mar e Côco. Bom e Barato. Valeu demais!

Mas…

Mas, choveu a noite toda, a noite todinha… E o cheirinho de mofo (tenho certeza que no verão não é assim) foi foda e tive até asma de madrugada. Acordei umas 4h30 da manhã e fiquei esperando o dia amanhecer, mas o cinza predominou.

Reversão de posição

Resolvemos voltar pra Morro, afinal, se é pra ficar com chuva, que seja em alto estilo.

Não conhecemos nada e ainda molhamos as mochilas…

De volta a Morro

Chegamos em Morro com sol, fomos pra 2ª praia comer e a dica para dias de não muita fome em Morro de São Paulo é: PASTELÃO e AÇAÍ!! Lá tem uns quiosques que vendem o maior pastel que eu já vi. Hahahaha BBM – Bom, Barato e Muuuuuito…

Praia do Encanto

Seguindo as praias (1ª, 2ª, 3ª e 4ª) encontramos a praia do Encanto. Que encanto!

Praia do Encanto

Praia do Encanto

Praia do Encanto

Praia do Encanto

Rio de chá mate

Rio de chá mate

Shadow

Shadow

E com um pouco de chuva e um pouco de sol os dias se passaram e…

Chegou a hora de voltar.

AeroVibe na cabeça!!!

O dia estava ensolarado e foi muito mais legal!

Acelera, Comandante!!!

Tchau, Morro!!

Tchau, Morro!!

No AeroVibe

No AeroVibe

Salvador à vista!!!

Salvador à vista!!!

Valeu!

Até a próxima viagem!


O sonho acabou…

9 de janeiro de 2009

 

Acabaram-se as férias…

O sonho acabou…

E olha com o que eu estava sonhando:

Maré baixa na praia de Carneiros

Maré baixa na praia de Carneiros

Carneiros estava linda! O sol estava perfeito! A hospedagem, demais! E a cevação (ato de engorda de animais no nordeste) foi brutal!

Mas, vamos começar pelo começo…

Chegamos em Maceió às 2h da matina. Sentir aquele calorzinho nordestino foi uma sensação ótima, me senti como se chegasse em casa e recebesse um abraço quente de mãe.

Já com o pé na estrada, rumo a Carneiros

Já com o pé na estrada, rumo a Carneiros

 Saímos da locadora com nosso carrinho e fomos comprar uns “víveres”, do tipo: água, Toddynho, biscoito, iorgurte…

A estrada estava boazinha, com um trecho bem ruim de São Luís do Quitunde a Barra do Camaragibe, muitos buracos…

A rota ecológica continua linda! Com seus moradores caminhando calmamente pela estrada sem calçada, os cães dormindo em forma de bolinha em algum montinho de areia, as crianças brincando no alpendre das casas… Tudo igualzinho! Lindo!

Chegando em Porto de Pedra a balsa estava nos esperando, foi uma travessia privê:

Na balsa em Porto de Pedra

Na balsa em Porto de Pedra

Chegamos em Carneiros às 8h30 da manhã. O quartinho já estava nos esperando, prontinho e lindo como sempre. Foi só o tempo de trocar de roupa e partir pra praia.

Carneiros, apesar de continuar linda, está sendo invadida por turistas de Porto de Galinhas que vêm passar o dia. E são muitos! A maioria vai pro Bora Bora, chegamos a contar umas 200 pessoas desembarcando dos catamarãs, fora os que vão pro Bar da Prainha ou pro Arikinbar… Então, das 10h até as 3h30 tinha gente saindo pelo ladrão.

Mas não há gente neste mundo que possa acabar com uma paisagem tão linda assim:

Coqueiro fazendo charme em Carneiros

Coqueiro fazendo charme em Carneiros

Olha que pontal mais lindo!

Olha que pontal mais lindo!

Maré baixa no paraiso

Maré baixa no paraíso

Pedras do Pontal

Pedras do Pontal

E a vista do meu bungalow? Nem te conto! Só te mostro:

Era isso que eu via quando olhava da janela...

Era isso que eu via quando olhava pela janela...

E como não tinha nada pra fazer, bora tirar foto!

Felizes em Carneiros

Felizes em Carneiros

Contemplando Carneiros

Contemplando Carneiros

Contemplativa

Contemplativa

A tradicional foto "Carneiros maré baixa"

A tradicional foto "Carneiros maré baixa"

Só as 8h pra não ter ninguém...

Só as 8h pra não ter ninguém...

Mais uma da tradicional...

Mais uma da tradicional...

Wal só tem olhos pra mim...

Wal só tem olhos pra mim...

E assim se passaram 14 dias…
Dia 2, Carol e Rochinha chegaram para a nova fase da viagem: São Miguel dos Milagres em Alagoas. A viagem foi tranquila. Foram quatro dias comendo, comendo, comendo… A Pousada da Amendoeira mudou de mãos, mas não de estilo. Tudo igualzinho, até o cardápio – salvaram meu prato Oriente – e o café da manhã continua o mesmo… Meu chalezinho também estava igualzinho. Uma graça!
Nossa casa na Pousada da Amendoeira:
Nossa casa por 4 dias...

Nossa casa por 4 dias...

A flor que dá nome ao meu chalé, Alamanda:
Alamanda

Alamanda

Dia 4 fomos de bicicleta até a praia de Riacho:
Praia de Riacho, de bicicleta!

Praia de Riacho, de bicicleta!

A galera de bicicleta!

A galera de bicicleta!

E foi assim!
Tudo perfeito!
Agora é começar nova contagem regressiva para as próximas…

Ahhh, os biquinis…

15 de dezembro de 2008

Os biquinis merecem um post só pra eles…

São minha paixão! Saio de casa para as compras pensando em encontrar mais um biquini lindo para aumentar minha coleção. Aos roxos-lilases-violetas, eu não resisto, compro todos! Para a próxima aventura praieira estou levando 9 (nove??!!?) deles.

Biquini patriota

Este é da C&A, patriotinha da mamãe!

 Biquini Mormaii vinho

Esse, maravilhoso é da Mormaii, cor de vinho, com um “Mormaii” dourado bem grande na bunda! Lindo!

Biquini Roxo-coração

Esse é infantil da C&A, tamanho 12 (hehehe). Cabe certinho!

Biquini roxo e verde

Este também é da C&A, adoro o desenho indiano dele…

Biquini Mormaii

Este também é da Mormaii, presente de aniversário do Wal pra mim!

Tomara que caia

Este, também da C&A, tomara que caia, tie-dye de lilás… Adorei!

Biquini azul

Este, também da C&A, também tie-dye…

Biquini rosa e branco

Infantil da C&A, tamanho 14 pra caber em cima (hahaha)

Biquini roxo-rosa

Este é da Renner, cor óbvia, lindo!

Cangas

Estes são meus “paninhos”, adoro cangas e na praia elas são super necessárias, seja pra deitar, seja pra se cubrir.