Percevejos???

21 de julho de 2010

Hahahaha

Comecei a busca por Nova Iorque, e olha o que encontrei, saiu esses dias na Folha:

“Nova York, quem diria, agora caça percevejos”.

A cidade está infestada de percevejos, infestada, não, superinfestada!

Dizem que o problema é sério, mas quem vai acreditar que está se coçando todo porque foi mordido por percevejos em Nova Iorque? Se não saísse na Folha eu não ia acreditar nunca (mitos da internet). Aliás, eu achar que tinha levado os percevejos do Brasil…

Enfim, essas são as dicas pra se foder menos:

Essa é a fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/turismo/766974-nova-york-quem-diria-agora-caca-percevejos.shtml

E deixo aqui uma cançãozinha pra animar meus preparativos:

“A pulga e o percevejo fizeram uma combinação
Fizeram a serenata debaixo do meu colchão
Torce, retorce, procuro mas não vejo
Não sei era pulga ou se era percevejo”.
Anúncios

Viajar só faz bem

18 de abril de 2010

Bons momentos são eternos

Vi há alguns dias na internet uma reportagem sobre um estudo (se é que dá pra acreditar em “estudos”) que trata da satisfação das pessoas ao adquirir bens materiais e “experiências”, que seriam fazer viagens, passeios, ir a festas, enfim, coisas que o dinheiro paga mas que não podem ser colocadas na estante…

O texto tem essa fonte:

The relative relativity of material and experiential purchases. Carter, Travis J.; Gilovich, Thomas. Journal of Personality and Social Psychology. Vol 98(1), Jan 2010, 146-159.

Os “resultados” comprovam o que só quem viaja sabe, as pessoas são muito mais felizes quando adquirem “experiências”.

Os bens materiais são passíveis de comparação e como bons seres humanos que somos, sempre comparamos nossas posses com a dos outros. E mais, além de compararmos com as coisas dos outros, comparamos o tal bem com os demais da mesma espécie existentes, pra ter certeza que fizemos um bom negócio (e se você descobrir que existe um melhor que o seu?)… E ainda temos que guardar e manter as coisas…  Resumindo: dá muito trabalho ter coisas materias.

Jás as experiências…

Ahhhh, essas são difíceis de ser comparadas…

Experiência: cada um tem a sua!

E ainda que viajemos juntos, suas impressões vão ser diferentes das minhas. Ela vai ser ÚNICA, EXCLUSIVA e ESPECIAL!! Só sua! Tem coisa melhor do que essa? Ter uma coisa que ninguém tem? Uma coisa que vai ficar guardada pra sempre nas suas lembranças!

Adoro!

Tá certo que a viagem pode ser uma porcaria, mas ainda assim, vai ser uma porcaria só sua!!! Exclusiva! Hahahaha…

Enfim, o que vale é viajar, SEMPRE!


Velho Mundo – Preparativos

11 de outubro de 2009

Guias e dicionários

A viagem está chegando e meu coração já bate mais forte, o frio na barriga agora é uma constante, tá difícil dormir a noite, a ansiedade está grande e eu quase chego a sentir medo, e olhe que ainda faltam 22 dias pra eu viajar. Acompanhe minha contagem regressiva no Twitter (Twitter: um ótimo contador regressivo, por falta de utilidade melhor) https://twitter.com/morenaloira.

Mas, pra mim é como se ela fosse amanhã…

Vamos aos itens essenciais:

Passaporte: OK!

Mala: OK!

Roupas: OK, porque o resto é pra comprar lá!

Guias e dicionários: OK!

Reserva dos aviões: OK! – Berlim-Barcelona, Barcelona-Paris e Paris-Ljubljana.

Reserva dos trens: quase OK! Vou fazer os trechos Munique-Berlim e Ljubljana-Munique de trem, by Deutsche Bahn! First Class, te mete, meu bem!

Reserva dos hotéis: HOJE É DIA DE CONFERÊNCIA NA CASA CARLINHA. Vamos afinar o roteiro e definir hotéis. Amanhã, post com roteiro e hotéis definidos.

faltando o seguro-saúde, l’argent ($$$) e estou cogitando um cartão VTM de débito.

Já fiz o primeiro teste da mala. Enchi de coisas, das roupas, acessórios, nécessaire com tudo dentro, livros, casacos, toalha de banho (pra não correr o risco de ter que me secar com o lençol da cama em Paris)… Tudo deu 16,6k, contando com a mala que pesa mais de 5k, tô bem, né? Contando que posso levar para o vôo internacional duas malas de 23k cada, mas nos vôos por lá, só 20k e olhe lá!!! E se passar, paga-se de 1% a 2% do valor da passagem por cada quilo extra. Então, tem que economizar no peso da mala.


Velho mundo – trajes e vestimentas

28 de setembro de 2009

Dizem por aí que não se deve levar muitas roupas na mala… Os motivos são muitos: você vai exagerar e não vai usar tudo o que levar, você pode comprar muita coisa por lá e quando se trata de frio, você não vai ter roupas que esquentem…

Eu nem tenho tanta roupa de frio, aliás, roupa de FRIO, eu não tenho nenhuma. Ok, tenho alguma coisa, isso aqui: http://viagenseventuras.wordpress.com/2009/07/23/viajar-no-frio/ , comprei uma blusinha “de baixo” do tipo térmica, uma meia fio 80, tenho algumas camisetas de manga comprida, uma meia de friaca, umas blusinhas de linha (que não devem esquentar nada, mas pelo menos vão enfeitar o visual), alguns cachecóis… é… é…

Vou comprar uma meia (ai que vergonha)… vou comprar uma meia de alta compressão – fio 270. Hahaha meia de véia… na verdade é meia para usar no avião. Quase 12 horas de avião não serão fáceis… E minha experiência (de quando eu tinha 17 anos a menos) em busú (que nem tem alteração de pressão) já me disse que as pernas incham e lá nas alturas pode foder tudo. Enfim, 17 anos a mais, eu vou com a meia da véia!

Estou aplicando PNL em mim pra ver se me conscientizo de que não preciso comprar roupas de frio. Aqui não faz frio…

Quero mesmo é passear. Bater perna. Ver.


Motivos para viajar

22 de agosto de 2009

Esse texto, claro, não é meu, mas resume de forma quase poética as razões para se viajar e conhecer lugares novos. É isso que eu penso, é isso que eu desejo pra mim.

 

 

 

 

 

Viajar é preciso!

Viajar é preciso!

De alguma forma de todas as viagens voltamos diferentes. Quando uma pessoa vai viajar, ela pode esperar algumas coisas com alguma certeza. Outras, com toda certeza e outras virão como surpresa. Outras ainda, colocam o viajante em novos lugares, nunca encontrados antes e ele se torna então um pioneiro de si mesmo. Todas as viagens são cheias de surpresas onde há mudanças de cenário e de pessoas e momentos para crescimento.

Se o viajante é do tipo que se motiva com a busca da sabedoria ele a procura em sua viagem, sabendo que pode ultrapassar os seus limites, saindo de onde está.

Ele se empenha na preparação, em colher informações sobre a jornada a ser feita, sobre as condições do caminho, do clima e que tipos diversos de pessoas ele poderá encontrar. Da mesma forma, conversa com pessoas que retornaram de viagens semelhantes e se lembra de jornadas passadas e principalmente do aprendizado que teve nelas.

Feitos então os preparativos, o viajante parte excitado, percebendo cada mudança e detalhe no terreno… no clima… na vegetação… hábitos dos animais… e costumes dos lugares que visita. Como é inevitável, põe todos estes fatores na malha de sua compreensão que dali sairão como memórias, crescimento pessoal e reservas para o enriquecimento de sua vida.

Não importa o que você encontre ou ache: destas viagens você volta mais apto a experienciar o mundo de um jeito novo. Novos espaços e trilhas foram abertos, novas ferramentas descobertas pois você aprendeu a viver melhor e a vencer de uma forma que ainda não conhecia.

Arrumar as malas com economia de espaço e movimentos, buscando maior conforto na viagem. E de volta, saberá que pode permanecer ali e apreciar sua participação naquele mundo antigo, agora já mudado e mais enriquecido; ou talvez partir para novas viagens, aprendendo que mais caminhos podem ser aprendidos, infinitamente partindo… chegando… e partindo de encruzilhadas multiplicadas a cada fim ou começo, sem que haja um último degrau ou uma última encruzilhada.

E terá fundado uma sabedoria confiante e cuidadosa, transformada em ensinamentos úteis, histórias a serem contadas… pois nós somos os ancestrais do futuro…

http://www.pnl.med.br/site/viagem_met.htm


Viagens com destino ao Judiciário

9 de julho de 2009

Deu no STJ!

Adorei a iniciativa do Tribunal, dando dicas sobre férias e como se proteger, baseadas em suas próprias decisões.

“Está aberta a temporada das férias escolares. Época de viajar com a família e aproveitar para conhecer novos lugares e culturas. O problema é quando a tão sonhada viagem acaba tendo um destino inesperado: o Poder Judiciário. Seja por um voo atrasado ou cancelado, bagagem extraviada, problemas para entrar no país estrangeiro ou com a agência que vendeu gato por lebre… Para orientar o turista lesado, o Superior Tribunal de Justiça preparou este pequeno guia de viagem com as principais decisões da Corte Superior em litígios envolvendo turistas.

Atraso em voo e extravio de bagagem

O STJ já tem jurisprudência consolidada no sentido de que atraso de voo e extravio de bagagem, quando não provocados por caso fortuito ou motivo de força maior, geram indenização por dano material e moral. Muitas decisões já consideraram que problema técnico nas aeronaves é fato previsível e não caracteriza caso fortuito ou força maior (Resp 442.487).

Os valores das indenizações são delimitados pelo Código Brasileiro de Aeronáutica para voos domésticos e pela Convenção de Varsóvia e suas alterações para voos internacionais. Mas, com a entrada em vigor do Código de Defesa do Consumidor, a Segunda Seção do STJ, especializada em Direito Privado, estabeleceu que as indenizações não se restringem às regras da convenção, que não deixam de servir como parâmetro. Os ministros entendem que, quando a relação é de consumo, o CDC supera a Convenção de Varsóvia e o Código Brasileiro de Aeronáutica.

Seguindo essa jurisprudência, no julgamento do Resp 612.817, a Quarta Turma reformou a decisão de segundo grau que isentou a Vasp – Viação Aérea São Paulo de indenizar um passageiro pelo atraso de 12 horas em um voo entre São Luís (MA) e Maceió (AL). O passageiro também teve a bagagem extraviada. Os ministros restabeleceram a decisão de primeiro grau que fixou os danos morais em R$ 5 mil e os danos materiais em R$ 194 para ressarcir despesas com alimentação, transporte e hospedagem.

No julgamento do Resp 740968, a Terceira Turma fixou em R$ 8 mil por passageiro a indenização por danos morais em razão do cancelamento injustificado de voo. A companhia levou 16 horas para acomodar os passageiros em outro voo no trecho entre Sidney, na Austrália, e Porto Alegre (RS). Por causa desse atraso, os viajantes perderam a conexão para o Brasil. Sem direito a transporte e hospedagem, eles tiveram que dormir no aeroporto de Buenos Aires, na Argentina. A indenização havia sido fixada em cem salários mínimos, mas foi reduzida no STJ porque os ministros consideraram o valor exagerado.

Prazo para reclamar

Em diversos julgados, a Quarta Turma decidiu que, nas ações de indenização por atraso em voos, não se aplica o prazo decadencial de 30 dias previsto no artigo 26, inciso I, do CDC, e sim a regra geral do artigo 205 do novo Código Civil: dez anos, se a lei não fixar menor prazo.

No Resp 877446, a TAP – Transportes Aéreos Portugueses S/A queria a aplicação do prazo previsto no CDC, mas não foi atendida. No caso, um casal ajuizou ação de indenização contra a companhia por conta de atraso em dois voos entre Brasil e Portugal. A indenização havia sido fixada em 4.150 direitos especiais de saque (DES). Essa unidade é calculada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e passou a integrar o ordenamento internacional que trata de aviação, com entrada em vigor no Brasil em 2006.

Citando precedentes da Quarta Turma, a defesa da TAP também pediu a redução da indenização para 332 DES, valor arbitrado pelo STJ em casos análogos. Atualmente, um DES vale aproximadamente R$ 3. Na época da decisão, a indenização girava em torno de R$ 13 mil por passageiro.

A relatora, ministra Nancy Andrighi, ressaltou que, com a incidência do CDC nessas situações, a indenização não deve ser tarifada. Por um lado, ela considerou o valor fixado excessivo. De outro, avaliou que 332 DES, correspondente na época a R$ 1.076,54, não seria suficiente para ressarcir o dano moral sofrido. Seguindo as considerações da relatora, a Turma fixou a indenização em R$ 3 mil.

Agências de viagem

As agências de viagens, de modo geral, não podem ser responsabilizadas por atrasos em voo quando ela apenas vende as passagens para o consumidor. Nesses casos, a responsabilidade é exclusiva da companhia aérea. Essa foi a tese aplicada no julgamento do Resp 797836.

Contudo, quando uma agência de viagens vende um pacote turístico com voo fretado, ela é responsável pela má prestação dos serviços vendidos, inclusive do transporte. Com esse entendimento, o STJ manteve a condenação da Agência de Viagens CVC Tur Ltda de indenizar uma consumidora (Resp 783016).

Cobrança à vista de compra parcelada

A agência de viagens pode ser responsabilizada pela cobrança integral, de uma só vez, de passagem vendida em parcelas no cartão de crédito. Foi esse o entendimento aplicado pela Quarta Turma no julgamento do Resp 684238 interposto pela STB – Student Travel Bureau Viagens e Turismo Ltda, condenada a pagar 40 salários mínimos a título de indenização. No caso, um turista comprou a passagem no valor de US$ 816,55 em cinco parcelas. Ele relatou que, no mês seguinte à compra, não houve cobrança da primeira cota e, no fim do ano, quatro prestações foram cobradas de uma única vez sem que ele tivesse recursos para arcar com a despesa inesperada.

A agência alegou que a responsabilidade era da administradora de cartão de crédito e queria que, na própria condenação, o ônus fosse repassado à instituição financeira. Como não existe um contrato entre a agência e administradora responsabilizando esta pelo não cumprimento do parcelamento da compra, não pode haver a chamada “denunciação da lide”. O relator, ministro João Otávio de Noronha observou que, como o negócio foi realizado no interior da agência, não pode ser afastada a responsabilidade dela pelo erro no processamento da fatura. Ele ressaltou que nada impede que a agência ingresse com ação de regresso contra a administradora para tentar o ressarcimento do que pagou de indenização.

Barrados pela imigração

Quando o turista é barrado pela imigração em algum país estrangeiro, mesmo estando com todos os documentos exigidos, é evidente o dano material e moral. Principalmente quando esse turista é maltratado pelas autoridades estrangeiras e deportado sob escolta policial, sem nenhuma justificativa.

Muitos brasileiros, em especial os que se dirigem a países da Europa, têm enfrentado esse constrangimento. Apesar de todo o sentimento de frustração, impotência e dos prejuízos financeiros, juridicamente não há muito o que ser feito. Não existe nenhuma norma internacional que obrigue os países a aceitar em seu território todos os estrangeiros que pretendem entrar nele. Portanto é lícita a recusa de um Estado em receber qualquer viajante.

Mesmo assim, alguns turistas recorrem à Justiça brasileira. A Terceira Turma do STJ julgou, em maio de 2008, o recurso ordinário de um turista que ingressou com ação de reparação por danos morais e materiais contra o Estado da Nova Zelândia. Mesmo com visto, ele alega ter sido isolado, submetido a horas de interrogatório e depois deportado.

Os juízes de primeiro grau têm extinguido essas ações sem julgamento de mérito por entender que, ao rejeitar a entrada de um estrangeiro, o Estado pratica um ato de império, imune à jurisdição brasileira. O STJ tem reformado essas decisões para dar continuidade às ações com a citação do Estado estrangeiro. Cabe ao representante do país no Brasil manifestar a recusa em se submeter à autoridade judiciária brasileira. Se o diplomata invocar a imunidade, fim de caso. (RO 57, RO 69 e RO 70)”.


Fernando de Noronha

12 de novembro de 2008
 

Viagem surpresa.  

Depois de muita insistência consegui convencer o Wal que esta era a hora de ir pra Fernando de Noronha.  

E para completar a alegria, presença de Lulu, Carol e Carlinha.  

A chegada é realmente impressionante, você está no meio do nada, o avião não voa muito alto, só mar e céu e de repente ela aparece já grande na janelinha do avião…  

Uau!!!

Sem palavras…  

Viagem de mergulhador, esquema mergulhador*, pousada de mergulhador (Pousada do Rocha – limpinha, mas não recomendo)…  

Cheguei chegando!  

Só alegria!

A instalação foi a mais rápida possível.  

Deixa as coisas no quarto, põe, aluga o buggy e…  

PRAIA!  

Batismo

Dia seguinte, cedinho – no esquema mergulhador*, check out do curso de mergulho no melhor point do do Brasil vide:  

http://viagenseventuras.wordpress.com/2008/11/10/diving-em-noronha/  

Foi uma experiência incrível, uma das melhores da minha vida. O azul e o silêncio são uma combinação e tanto.  

Depois do bom vem o ótimo: PRAIA!  

Sol a pino na Cacimba do Padre

E o melhor da Cacimba do Padre é descobrir o paraíso que é a Baia dos Porcos, que apesar do nome é superfotogênica.  

Descoberta do paraíso

Linda!

 Também tem Sueste, que quando fomos estava tão tranquila que tinha um mar de sargaço…  

Sueste

 Praia do Leão:  

Praia do Leão

 Mas a princesinha de Noronha é a praia do Sancho:  

Sancho

 Não é, com certeza, uma praia geriátrica, o caminho (de buggy) é longo e pedregoso, a descida até a praia é bem punk e a subida depois, haha. Prepare-se. Tem que ir! É o melhor point para um banho em outubro/novembro.  

O entardecer é encantador, principalmente entre amigas…  

Amigas

O pôr-do-sol é um assunto a parte, sempre lindo.  

Pôr-do-sol do Forte

 DICAS: 

– Leve dinheiro vivo. O único caixa é do Banco Real, a maioria dos estabelecimentos aceita cartão, mas se não estiver funcionando, já viu. 

– Apesar da ilha ter apenas 7km de extensão, não dá pra andar à pé para as praias, tem que alugar um buggy, pagamos R$80, mais R$135 para encher o tanque. 

– Tudo tem um preço inflacionado, afinal, é uma ilha a mais de 400km do litoral. Prepare-se. 

– Leve tudo para a praia (água, comida, protetor…) poucas praias têm barracas. 

– Na praia, cuidado com as mabuias (lagartixas) que ficam nas pedras, elas vão tentar comer o que você trouxe na mochila. 

– Se quiser ficar bem instalado, vai ter que pagar caro. Barato só nas pousadas ‘familiares’, que deixam a desejar no conforto e privacidade… 

*ESQUEMA MERGULHADOR: análogo ao militar, acorda as 6h30 (pelo menos não precisa tomar banho antes – hahahahaha), 7h toma café, 7h30 chega o carrinho da operadora, 8h estamos entrando no barco, preparação do equipamento, briefing, 1ª parada, mergulha, volta pro barco, prapara o equipamento, 2ª parada, mergulha, volta pro barco, terra firme e aí já são 12h.