Manhattan

16 de outubro de 2010

Voltei há 8 dias e ainda não consegui colocar o post da viagem no ar.

Ainda estou digerindo a enorme quantidade de informações que recebi em Nova York.

Mas em uma palavra dá para resumir: PERFEITA! A viagem foi perfeita!

Conforme previsto, saímos de Brasília às 19h40, rumo a Sampa e depois para Nova York. A mala foi despachada direto em Brasília e não precisamos pegar nas malas até o JFK. O avião atrasou um pouco em São Paulo, então deu para passar no free shop e comprar um goró para o avião. Como sempre, a ansiedade não me permitiu dormir bem, mas a viagem foi boa.

A imigração, como por um milagre, foi tranquila. Não tivemos que responder a nenhuma pergunta e não passamos por nenhum detector.

Pegar o táxi foi mais tranquilo ainda e, em 1h e 20 após o desembarque do avião já estávamos chegando no hotel.

Táxi do aeroporto para o hotel

 O hotel é um caso a parte.

Eventi Hotel na 6ª Avenida.

Quarto

 Tudo novinho, zerado, cheiroso…

E a vista?

 …, limpinho, 10° andar, próximo ao metrô da Herald Square, burburinho, das compras…

Banheirinho

 Ah, e ainda dava pra ver o Empire State da janela.

Empire State da janela

 Chegamos bem cedo e para nosso espanto o check in foi imediato. Então pudemos subir no quarto, tomar um banho, trocar de roupa e… RUA!!!!

Saímos para fazer o reconhecimento da área e descobrir alguns lugares legais. Subimos rumo ao norte e demos de cara com a Times Square.

Times Square

E estava tão cedo que não tinha quase ninguém na rua e deu até pra tirar uma foto com os braços abertos… Hahahahaha

Entramos na Macy’s “pra ver de qual é”. E quer saber? É um absurdo!! Já nos perdemos, pra variar… É impossível fazer uma visita rápida…

Hummmm

Deu fome!

Fomos pra onde?

BUBBA GUMP!!!!

Bubba Gump

Preço razoável, ambiente kitsch, atendimento rápido, trilha sonora de primeira (fomos recebidos ao som de Free Bird do Lynyrd e comemos ao som de Simon e Garfunkel e Creedence), comida gostosa e bem servida. Olha o prato do Wal:

Shrimp pescado pelo Forrest... Hummm

 O meu não foi tão servido mas estava gostoso.

Depois do almoço fomos à primeira loja de “breguete de escritório” e à Conway, uma mistura de lojas Marisa com Americanas, só que pior, a verdadeira sucursal do inferno, mas eu entrei e comprei o kit básico de sobrevivência…

Volta ao hotel para uma “cesta” básica. Ao acordarmos fomos à primeira Barnes & Nobles, na 5ª Avenida. Deixei o Wal lá e fui “roletar” pelas imediações. Mal sabia eu que estava me dirigindo à Union Square, onde fica a DWS e fui dar o meu confere.

Ghandi - Union Square

Quando encontrei o Wal já estava escurecendo e a fome apertou. Jantamos no McDonald’s do lado do hotel e fomos conhecer a tal Jack’s 99, uma loja de 1,99 com os mais diversos breguetex.

Dormimos de cortinas abertas para poder acordar com o dia, já que estamos voltados para o nascente. E a dormida foi dos deuses.

No dia seguinte, acordamos junto com o dia e seguimos para o Brooklyn. O plano foi ir de metrô até o Brooklyn e atravessar a ponte rumo a Manhattan. Estava friozinho, nada que uma mão no bolso não resolvesse. O dia amanheceu perfeito e a caminhada foi superlegal.

Partindo do Brooklyn

Atravessando

Oooooooo

Em 40 minutos já estávamos de volta à ilha.

Encontramos um Starbucks e tomamos um supercafé com caramelo e chantilly e um doce com blueberry. Do lado do café estava a JR e Wal entrou pra encontrar seu mais novo brinquedinho, uma D-90 da Nikon. Ao lado da JR photo, estava a JR de instrumentos musicais, mais um estrago.

Com as mãos e mochilas cheias, fomos para o hotel de táxi para descarregar. Já era hora do almoço e fomos ao delicioso Olive Garden. Depois, fomos de metrô até o ferry para Staten Island para encontrar minha amiga Chiris. A viagem de ferry nos proporcionou uma passagem rápida pela estátua da liberade para umas fotos bem rápidas.

No metrô

Olha a Estátua da Liberdade aí, gente!!

Ao longe...

Voltamos de Staten Island 22h30, mais um táxi até o hotel e… …boa noite Cinderela…

Dia seguinte amanheceu “chovento”, nada de chuva grande, mas uma garoinha bem paulistana, daquelas que molham debaixo pra cima. Bem cedinho, pulamos da cama e fomos pra onde? CENTURY 21!!! Vou confessar que nem dei bola para o marco zero depois que vi o letreiro da loja. O objetivo era comprar roupas pra mim, mas fui no outono, as roupas não serviam para o inverno brasiliense, quiçá para o verão…

Acabamos nos atrasando para ir ao MoMA, plano adiado para a quarta-feira. Portanto, dia livre para compras… Hahahaha

Voltamos pro hotel de táxi, descarregamos as sacolas e fomos pra Macy’s. Pegamos o card de desconto nas compras e … Andei, andei, olhei, olhei… Wal deu P.T. (perda total) e despachei ele e as sacolas continuei na peregrinação. Esse dia não teve fotos, mas foi um delírio consumista que entrou dentro de mim… e que me deixou assim. Ainda passei na Duane Reade (farmácia-tem-de-tudo) e tive forças para bater perna pela TJ Maxx e Burlington Coats. O jantar foi, de novo, no Olive Garden, com direito o appetizer e drink.

Enfim, mais um dia, dia 5 de outubro…Dia da gincana: “Topa tudo para gastar dinheiro”. Descobrimos que deixamos muitas coisas para trás na Century 21 e que tínhamos que voltar, como a loja abre 7h45, acordamos às 6h30 e corremos pra loja… Hahahaha Maratona para comprar presentes e encomendas. Saímos da gincana às 9h30 e voltamos para o hotel para descarregamento.

E enfim, começou o primeiro passeio cultural da viagem.

No mezzanino do Met

Fomos ao MET – Metropolitan Museum of Art. Não sabia que dava para entrar no Central Park de carro e essa foto acima foi o mais perto que consegui chegar do parque… Mais um item para o “fica para a próxima”.Não preciso falar que o acervo do Met é fantástico e só com um mês em Manhattam é possível destrinchar o colosso de museu. Almoçamos no “bandejão” do Met, um self-service de primeira com direito a muita salada. Mais Met e MetStore. As fotos do museu merecem um post especial.

Ainda estava garoando, por isso pegamos um taxi até o hotel para deixar mais algumas sacolas, trocar de roupa e, de metrô, voltar para a 5ª Avenida para passar na outra Barnes & Nobles e eu fazer mais algum reconhecimento de área com compras incluídas. Voltamos à pé da 42 até o hotel. Eu ainda tive forças para ir à Jack’s 99 para comprar os últimos presentes. O jantar foi no Mc, mais uma vez, porque o Wal foi buscar, pois, por mim, não teria comido nada, só dormido.

Dia 6 de outubro, último dia inteiro, começou slow, pelo menos até sairmos do hotel, o MoMA só abre 10h30, então, sem pressa para chegar, só para comprar.Voltamos à 5ª Avenida para comprar o flash para a máquina do Wal. Como na tal loja não tinha o que eu queria, fomos para a B&H, loja de eletrônicos pitoresca, que vale a visita nem que seja para ver o sistema de entrega de mercadorias e os vendedores judeus ortodoxos. Meu objetivo? Comprar uns chaveirinhos “digital photo frames” para dar de presente. Aproveitei para comprar um pen tablet muito legal.Já atrasados para o MoMA, voltamos para o hotel para descarregar e, de táxi, seguimos para o museu.

Ahhh, o MoMA…

Com seu acervo menor foi possível curtir bem mais as obras, sem o desespero de estar perdendo alguma obra incrível, como aconteceu no Met.

O jardim externo do museu é muito legal, e como o clima estava bom, foi legal ver as pessoas curtindo o solzinho.

Jardim do MoMA

Depois, uma visita à lojinha do museu para comprar mais lembranças e um poster do Magritte.
Da arte para as compras!
Voltei na Macy’s, de novo, para comprar minha mala os últimos presentes.
Com as malas, começamos a organizar as coisas para colocar dentro. Quando a fome bateu, fomos nos despedir do Olive Garden, ótimo, como sempre.
Hora de arrumar as malas…
O último dia teria sido dedicado ao Central Park se não tivesse amanhecido chovendo… Enrolamos no hotel até a hora que parou de chover e fomos andar pelas redondezas, nos despedindo dos ótimos dias que passamos lá. Almoço, fizemos o check out e o bom e velho yellow cab para o aeroporto.
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Chegou!

20 de julho de 2010

O passaporte chegou!

E com o visto! E por 10 anos!! E tipo B1 e B2 (turismo e congressos)!!!!!

Muito bem na foto!

Hahahahaha

Depois de tanto tempo de espera, até que chegou rápido. É o fim de um tormento. Agora é só começar os preparativos.


Brasília

24 de abril de 2010

Brasília fez 50 anos.

Dos quais 17 comigo, se é que podemos falar assim.

E um fim de semana antes das comemorações saí para fotografar a cidade.

Constatei que a cidade estava aos pedaços… Quer dizer, em obras… Tudo quebrado, nada fotogênico…

Levei minha Diana F e a minha digitalzinha.

Ainda não revelei as fotos da Diana F, mas as da digital ficaram bem legais:

Museu nacional - olho de peixe

 Foi o primeiro fim de semana de céu azul depois de uma temporada de chuva e cinza.

Passei pela praça dos Três Poderes, mas estavam consertando o piso, o Panteão estava em obras, assim como o Palácio do Planalto.

A catedral estava coberta por uma lona…

Segui para o Museu Nacional.

Museu Nacional

 De lá só restou o Memorial JK porque o elevador da Torre de TV estava quebrado…

Memorial JK

Esferóide de Darlan Rosa

O que eu aprendi com tudo isso?

Que Brasília é o espelho do Brasil, um país aos pedaços, remendado e mal acabado. Um país que é ao mesmo tempo lindo.

Brasília: um verdadeiro paradoxo.


Viajar só faz bem

18 de abril de 2010

Bons momentos são eternos

Vi há alguns dias na internet uma reportagem sobre um estudo (se é que dá pra acreditar em “estudos”) que trata da satisfação das pessoas ao adquirir bens materiais e “experiências”, que seriam fazer viagens, passeios, ir a festas, enfim, coisas que o dinheiro paga mas que não podem ser colocadas na estante…

O texto tem essa fonte:

The relative relativity of material and experiential purchases. Carter, Travis J.; Gilovich, Thomas. Journal of Personality and Social Psychology. Vol 98(1), Jan 2010, 146-159.

Os “resultados” comprovam o que só quem viaja sabe, as pessoas são muito mais felizes quando adquirem “experiências”.

Os bens materiais são passíveis de comparação e como bons seres humanos que somos, sempre comparamos nossas posses com a dos outros. E mais, além de compararmos com as coisas dos outros, comparamos o tal bem com os demais da mesma espécie existentes, pra ter certeza que fizemos um bom negócio (e se você descobrir que existe um melhor que o seu?)… E ainda temos que guardar e manter as coisas…  Resumindo: dá muito trabalho ter coisas materias.

Jás as experiências…

Ahhhh, essas são difíceis de ser comparadas…

Experiência: cada um tem a sua!

E ainda que viajemos juntos, suas impressões vão ser diferentes das minhas. Ela vai ser ÚNICA, EXCLUSIVA e ESPECIAL!! Só sua! Tem coisa melhor do que essa? Ter uma coisa que ninguém tem? Uma coisa que vai ficar guardada pra sempre nas suas lembranças!

Adoro!

Tá certo que a viagem pode ser uma porcaria, mas ainda assim, vai ser uma porcaria só sua!!! Exclusiva! Hahahaha…

Enfim, o que vale é viajar, SEMPRE!


Lomography

28 de março de 2010

Depois de confirmar que minha máquina de plástico funciona, fui atrás de mais informações sobre ela. Acabei encontrando um site da própria fabricante e me cadastrei, claro.

Link:

http://www.lomography.com.br/

Começo a perceber que muitas pessoas são fãs desta velha tecnologia e estão se divertindo com suas máquinas.

Pra me divertir estou tendo que ir um pouco mais longe. Aqui em Brasília não se vende filme de 120mm, comprei em Curitiba uns rolinhos de P&B, na Diafilme. Já entregaram. Estou esperando a seca começar pra fotografar os monumentos de Brasília.


Celular na Europa

10 de março de 2010
 

Não não não…

Não era pra ligar pra ninguém ,não…

Não habilitei o celular no Brasil antes de viajar.

Levei o celular como MP3 e acabei tirando umas fotos… Tinha até esquecido delas, mas quando o cartão de memória do celular encheu, percebi as fotos superlegais que tirei.

Torre Eiffel do ponto de vista do celular

Mais uma...

...e mais uma...

Do total de quase 15… Hihihihihi

Depois ,vou confessar que esqueci do celular – função máquina fotográfica, o celular só ficou tocando música em nossas casas na Europa.

O problema é que minha máquina fotográfica tropical não aguentou o frio. Não senti falta da máquina durante a viagem, pois havia outras máquinas à disposição, mas quando estava indo de Ljubljana para Munique, sozinha, a máquina deu pau de novo, e eu estava prestes a atravessar os Alpes…

Muita emoção nessa hora e poucos pixels… 

Alpes ao longe

E os Alpes foram chegando…

E as vaquinhas?

E esse céu?

Pausa para um lanchinho…

Lunch time

E eles chegaram…

Tão bucólicos esses Alpes...

My place

Minha mochila, meu casaco, meu cachecol, meu elástico de cabelo e uma deliciosa Schweppes Ginger Ale (o sucesso da viagem, seguida de perto pela não menos gostosa Fanta Lémon).


Ponto de vista

8 de março de 2010

Ganhei de presente de aniversário da Carol e da Carlinha uma supermáquina fotográfica manual – DIANA F.

Uma maquininha superespecial: utiliza filme de 120mm – não é encontrado aqui em Brasília, supermanual – controle bem tosco da abertura e da distância focal. E o presente ainda foi mais completo, veio com uma fantástica lente olho de peixe com 20mm.

Resultado?

Vamos conferir:

Diana F na praia de Carneiros

Coqueiral

Coqueiral

Carneiros do ponto de vista do olho de peixe

Visú

Doidêra!

Adorei o presente, adorei o resultado!

Já comprei mais filmes (via internet) pra brincar mais! Aguarde, dentro em breve – mais precisamente depois que começar a seca e o céu de Brasília ficar ainda mais lindo – fotos de Brasília…