Moeda de um dólar

20 de novembro de 2010

Descobri porque não existem moedas de 1 dolar em circulação nos Estados Unidos…

Elas não circulam porque quando pessoas, como eu, recebem uma moeda de destas, ficam com os olhos brilhantes e, imediatamente, tratam-na como souvenir e se lembram do tio Patinhas.

A minha moeda surgiu no 4º dia, num troco qualquer. Eu estava, enfim, aprendendo a distinguir as moedas, pois elas não têm o valor escrito, só o nome (dime, níquel, cents…), e aquela era diferente, grandona, de duas cores… Era ela!

 

Minha frase foi a seguinte: “Uma moeda de 1 dolar, igual a do tio Patinhas!! É minha e ninguém tasca!!!

E a economia americana ficou com uma moeda a menos em circulação.


Roteiro para 5 dias em Nova York

5 de setembro de 2010

Só cinco dias?

Só…

Fazer o quê?

Aproveitar ao máximo!!!

Mapa de Nova York - 1860

Achei difícil fazer meu roteiro estático e fechado, pois este é um daqueles pra quem gosta de fazer passeios ao livre, andar bastante e, ao mesmo tempo, visitar museus e lojas, então, tudo vai depender das condições meteorológicas do dia, se chover vai ter museu e loja, se fizer sol vai ser andar pela cidade o máximo que der. Mas a princípio fica assim:

1º dia – sábado – Na verdade vou ficar 5 noites, e 6 dias, mas este primeiro não será turístico, vou visitar uma amiga “cachita”. Desembarco 7h40 no JFK, vamos para o hotel de shuttle (após sabe-se lá quanto tempo de imigração e trânsito), deixamos as malas por lá e vamos de metrô para o ferry que leva a Staten Island, aonde mora minha amiga. Vamos voltar só a noite e só vai dar tempo pra passar em algum mercadinho perto do hotel para compra de víveres (água, suco, biscoito), jantar em algum lugar e quem sabe ver as luzes da Times Square, Empire State que ficam pertinho do hotel, o que corpo aguentar vai ser feito…

2º dia – domingo – O dia vai amanhecer lindo e ensolarado. Vamos acordar com o sol às 6h54, tomar café nas redondezas e pegar um metrô para o Brooklyn (High Street), passar pelo Brooklyn Bridge Park (pra tirar aquela foto pro Facebook) e atravessar a ponte (disseram que demora uns 40min). De volta a Manhattan, passar por Wall Street e seus símbolos financeiros. Aí, já vai ser a hora do almoço e vamos fazer um “sorte ou revés” (entrar em algum restaurante e ver no que dá). Battery Park para tirar algumas fotos da “Gracinha da Liberdade” de longe. Passar pelo marco zero (onde ficavam o World Trade Center) e tentar entrar na Century 21 (tentar, porque dizem que domingo o bicho pega mais que o normal), se a coisa estiver muito feia, vai ser só pra dar uma olhada rápida – se der pra entrar – e voltar em algum outro dia bem cedinho (abre 7h45 durante a semana). Visita à B&H para comprar uma máquina fotográfica superlegal e metrô pra região do hotel (estação 34th Herald Sq) com direito a passeio pela Time Square pra encontrar um lugar pra jantar…

3º dia – segunda-feira – Mais um dia lindo de outono. Destino? MoMA. Abre às 10h30, então vai dar pra ir à pé do hotel, devagar vendo a vida passar, ou talvez ir a Grand Central Terminal e talvez comprar minha mala Samsonite na região, voltar pro hotel, deixar a mala e ir pro museu. No MoMA, encontro com as pinceladas de Matisse, Manet, Monet, Van Gogh, Dali… Talvez um café, um petisco, um dink (?)… Ou um almoço pela região. Como o dia estará lindo, e o sol só vai se pôr as 18h35, passeio pela região do Rockfeller Center e subida no Top of the Rock pra ver as luzes de Manhattan se acenderem. Jantar? Só Deus sabe…

4º dia – terça-feira – Mais museu. Met!!! Se continuar a acordar cedo, vai dar tempo de passar pelo Central Park. Só sei que 9h30 eu vou estar na frente do Met pra me esbaldar na arte egípcia, greco-romana, esculturas européias, a Great wave of Kanagawa (uma pintura japonesa superconhecida), e ainda ver obras de Van Gogh, Degas, Renoir, Gauguin, Picasso, Miró, Matisse. E, é claro, passar pela loja do museu e comprar “lembrancinhas” culturais. Almoço. Mais Central Park, até as pernas ou a barriga aguentarem. Volta pra região do hotel e Macy’s, que fica aberta até 21h.

5º dia – quarta-feira – Quem sabe não é hoje que volto à Century 21 pra me esbaldar? Quando sair já vai ser hora do almoço, com certeza… Volta pro hotel pra descarregar as sacolas, almoço e… E agora? São tantas as opções… Gostaria de ver o prédio da ONU, Chinatown, Little Italy, quem sabe não subir de novo no Top of the Rock? Pode ser também um passeio pela 5ª Avenida… E se ainda não tiver tido tempo, comprar a desejada mala Samsonite Xpace, média…

6º dia – quinta-feira – Dia de ir embora. O voo só sai às 19h40, ainda não sei como vou pro aeroporto, mas depois de tantas reclamações no tripadvisor.com, acho que vai ser de táxi. Dá pra fazer algum último passeio pela manhã, voltar pro hotel, fechar a mala, fazer o check out, deixar a mala no hotel e andar pelas ruas da região, comprar mais alguma besteira e… Bye NYC!

Ufa! Que dê tempo para tudo e o sol esteja sempre presente!


Viajar só faz bem

18 de abril de 2010

Bons momentos são eternos

Vi há alguns dias na internet uma reportagem sobre um estudo (se é que dá pra acreditar em “estudos”) que trata da satisfação das pessoas ao adquirir bens materiais e “experiências”, que seriam fazer viagens, passeios, ir a festas, enfim, coisas que o dinheiro paga mas que não podem ser colocadas na estante…

O texto tem essa fonte:

The relative relativity of material and experiential purchases. Carter, Travis J.; Gilovich, Thomas. Journal of Personality and Social Psychology. Vol 98(1), Jan 2010, 146-159.

Os “resultados” comprovam o que só quem viaja sabe, as pessoas são muito mais felizes quando adquirem “experiências”.

Os bens materiais são passíveis de comparação e como bons seres humanos que somos, sempre comparamos nossas posses com a dos outros. E mais, além de compararmos com as coisas dos outros, comparamos o tal bem com os demais da mesma espécie existentes, pra ter certeza que fizemos um bom negócio (e se você descobrir que existe um melhor que o seu?)… E ainda temos que guardar e manter as coisas…  Resumindo: dá muito trabalho ter coisas materias.

Jás as experiências…

Ahhhh, essas são difíceis de ser comparadas…

Experiência: cada um tem a sua!

E ainda que viajemos juntos, suas impressões vão ser diferentes das minhas. Ela vai ser ÚNICA, EXCLUSIVA e ESPECIAL!! Só sua! Tem coisa melhor do que essa? Ter uma coisa que ninguém tem? Uma coisa que vai ficar guardada pra sempre nas suas lembranças!

Adoro!

Tá certo que a viagem pode ser uma porcaria, mas ainda assim, vai ser uma porcaria só sua!!! Exclusiva! Hahahaha…

Enfim, o que vale é viajar, SEMPRE!


Próxima viagem

16 de janeiro de 2010

Com o mundo a disposição da viajante, pra onde ir?

Agora que estou melhorando meu relacionamento com o “ter”, que tal o templo do consumo?

NY!!!

Nova Iorque

Que tal??!?!??

Agora só falta definir quando, quantos dias, onde ficar, o que fazer e principamente, o que comprar… Hehehehe

No mundo do consumo, como os consumistas…

Em breve, cenas dos próximos capítulos…


E ainda tem praia

9 de dezembro de 2009

Pra fechar com chave de ouro o ano, ainda tem praia!

Tem a minha praia!

Olha que pontal mais lindo!

14 dias no paraíso, mais uma vez!

Não vou me alongar na descrição do meu paraíso:

http://viagenseventuras.wordpress.com/2009/01/09/o-sonho-acabou/

É meu paraíso e pronto.

Há 5 anos…

Só lamento que meu paraíso seja o paraíso de cada vez mais gente e agora tem até festa de reveillon na praia. Por mim não tinha nada… Me basta o mar. Fora o fato da festa ser bem ruinzinha…

Esse ano teremos lua cheia! Vai ser um show a parte.

Enfim, começo aqui a mais curta contagem regressiva.

FALTAM APENAS 9 DIAS PRA EU VOLTAR PRO MEU PARAÍSO!!!!


Salzburg

2 de dezembro de 2009

Eu fui!!!

A Noviça Rebelde sou eu!

Não vou mentir: a maior surpresa dessa viagem foi Salzburg.

A cidade em que foi filmada A Noviça Rebelde… A cidade em que nasceu e viveu Mozart…

Eu tinha que ver isso! E vi!

Hauptbahnhof

München-Salzburg Express

A viagem de Munique pra Salzburg dura 1h40. E o visú é lindo, você sai da planície em Munique e vai se aproximando dos Alpes.

A cidade é super lindinha! Toda medieval e mesmo com chuva é cheia (sic) de turistas andando pelas ruas.

Salzburg City

E a ruas de Salzburg?

Ruelas de Salzburg

Não é uma gracinha de cidade?

 As fontes são cobertas a partir do outono para a neve não estragá-las no inverno:

Fonte coberta para o inverno

Vai uma partidinha de xadrez?

O novo e o velho

Macabro!!!

 

Uhuuuuu

O rio, o castelo, eu e a chuva...

Visú

Visú

Outono em Salzburg

E eu vim atrás de quê?

THE SOUNDS OF MUSIC!!!!!

Do-re-mi-fa-sol-la-si-do

A própria Julie Andrews...

The sounds of music

Cenário da Noviça Rebelde

Salzburg também é a cidade de Mozart. Ah, Wolfgang Amadeus Mozart!

Quando eu iria imaginar que iria conhecer a cidade em que Mozart nasceu?

Aqui nasceu Mozart!

Aqui viveu Mozart

Me dá esse bombonzinho, Mozart!

Enfim, amei!

Foi ótimo saber que esse lugar existe e que eu estive nele. Pena que só durou um dia… Ótima desculpa pra voltar…


Velho mundo – A ida

29 de novembro de 2009

A ida é a maior animação, tirei foto de tudo!

Vamos começar:

O avião:

Europa, aí vou eu!

E lá dentro era assim:

Dentro

E o jantar foi servido:

Jantar

O problema é que aí começava meu martírio. Não consegui comer nada, nem no avião, nem em lugar nenhum da Europa, na verdade, consegui emagrecer 2,5 kilos durante a viagem… Como pode?

Minha vista:

De dia

 

De tarde

 

De noite

 Não consegui dormir nada. Minhas pernas doeram demais, apesar da meia calça de compressão. Também não consegui ler nada, nem no avião, nem no quarto, tempo livre eu não tive nenhum… Só levei os livros pra passear… Hahahaha

Também teve o momento emoção.

Em determinado momento da viagem, eu ainda tentava dormir com o tapa olho, me deu vontade de saber aonde estávamos, tirei o tapa olho e olhei pela janela. Bem, estávamos no meio do oceano atlântico e tinha uma nuvem enorme bem do nosso lado… Ai ai ai… Coloquei o tapa olho de novo e fiquei torcendo pro comandante estar contornando aquela tempestade tropical com mais de 11 mil metros de altura… Acho que ele não contornou tudo e VUMMMM – Vácuo!!!! Demos uma descidinha básica que fez a mulherada do voo gritar. Eu, do jeito que estava, fiquei, se fosse pra morrer não ia ver nada, só ouvir.

Chegando em Munique. Não escapei do R1 – Risco 1 – a mala.

A mala ficou no Brasil… Pode? Tudo bem que ela chegou no mesmo dia, mas e o desespero e a angústia? E a viagem pra Berlim????

Enfim, transferi o trem para o dia seguinte e esperei a mala chegar…

Tudo deu certo no final.