Percevejos???

21 de julho de 2010

Hahahaha

Comecei a busca por Nova Iorque, e olha o que encontrei, saiu esses dias na Folha:

“Nova York, quem diria, agora caça percevejos”.

A cidade está infestada de percevejos, infestada, não, superinfestada!

Dizem que o problema é sério, mas quem vai acreditar que está se coçando todo porque foi mordido por percevejos em Nova Iorque? Se não saísse na Folha eu não ia acreditar nunca (mitos da internet). Aliás, eu achar que tinha levado os percevejos do Brasil…

Enfim, essas são as dicas pra se foder menos:

Essa é a fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/turismo/766974-nova-york-quem-diria-agora-caca-percevejos.shtml

E deixo aqui uma cançãozinha pra animar meus preparativos:

“A pulga e o percevejo fizeram uma combinação
Fizeram a serenata debaixo do meu colchão
Torce, retorce, procuro mas não vejo
Não sei era pulga ou se era percevejo”.
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A saga do visto americano

17 de julho de 2010

Ah, se eu soubesse…

Para explicar o que aconteceu no dia 15 de julho de 2010, tenho que voltar no tempo, mais exatamente para o dia 18 de junho de 2010, quando eu decidi (essas decisões…) que já era hora de marcar logo a entrevista para o famigerado visto americano.

Fui no site e vi o que era preciso para iniciar os trabalhos (e que trabalho!).

Primeiro passo, paguar a taxa que dá direito a marcar a entrevista e, se preciso, fazer contato telefônico. R$ 38 descontados no cartão de crédito e entrevista para 18 de agosto (!!!!!). Ok. Fazer o quê?

Dia 23 de junho passo pelo site só pra ver para que data estavam marcando. E para minha surpresa e desespero, estavam marcando para o dia 15 de julho. Como assim? Puta sacanagem! Enfurecida tentei mudar a data, mas só poderia efetuando outro pagamento de taxa… Felows!

Paguei de novo!

Aí se iniciava o primeiro dos martírios, o sistema começou a dar pau e eu não conseguia finalizar o agendamento. Para resumir, perdi a tarde inteira (e consequentemente um dia de trabalho) tentando fazer o agendamento e soltando uns grunidos de vez em quando.

Eram 17h30 quando finalmente eu consegui marcar: 15 de julho de 2010, às 8hs.

A partir daí, fui em busca de informações sobre a documentação necessária e os procedimentos seguintes. Encontrei um site, viajandoparaorlando.com.br que tem um blog que trata exatamente do visto e do preenchimento dos formulários. Li todos os comentários, todas as experiências e dúvidas.

Próximo passo, preenchimento do formulário D-160.

São muuuuitas perguntas pessoais, outras nem tanto. Perguntam onde você vai ficar, se conhece alguém que mora lá, e até se você é terrorista (quem, eu?), enfim, um questionário sem fim que você precisa ficar salvando a cada folha pois o sistema trava a cada 20 minutos, e se você não salvar, perde todas as informações. Fiz por partes, como o Jack, o estripador, para não pirar.

Depois vem a foto.

5×5 ou 5×7, com fundo branco, exibindo seu pescoço, testa e orelha. É necessária uma foto para apresentar no dia da entrevista e outra em meio digital com tamanho máximo de 240k. Ok, ok… A foto é anexada ao formulário.

Com a foto anexada, envio e impressão do formulário, que deve ser apresentado no dia da entrevista.

Agora o agamento da taxa do visto, propriamente dito, no valor de $140 dolares, que deve ser paga no Citibank, em espécie. Fui no dia do segundo jogo do Brasil às 9h, lá no SCS. Para meu total espanto, o SCS estava vazio e não tinha ninguém na minha frente na fila do banco. Basta entregar o passaporte que o caixa emite a guia da embaixada. A guia deve conter seu nome e o número do passaporte. Acho que essa foi a única parte fácil.

Separação dos documentos necessários.

Contracheque, imposto de renda, extrato bancário, declaração de união estável, certidão de nascimento (só para mim que mudei de nome).

Patience, forbearance, endurance…

Enfim, dia 15 chegou. Como sou pontual, resolvi que tinha que chegar adiantada. 7h40 cheguei lá e não acreditei na fila que já se formava. Descobri que todos são marcados para as 8hs. E os constrangimentos começam…

Primeiro você é identificado na lista deles. Passa pelos seguranças que abrem sua bolsa, sua carteira, passam o detector de metal enquanto você fica de braços abertos (frente e costas), só faltou enfiar a mão no meu bolso. Não é permitida a entrada de qualquer eletrônico – aqui em Brasília eles têm uma espécie de “guarda-volumes” para aqueles que vêm de fora.

Depois passa por outro detector, daqueles tipo batente de porta, se é que me faço entender. Entrada liberada para o território americano em Brasília. Isso demorou uns 40 minutos.

Já na sala reservada à boiada brasileira ávida por entrar na terra prometida, mais 1h na fila para apresentar os documentos – que são retidos para análise e posterior devolução – e pegar sua senha.

E então, a via crucis estava formada. Seus documentos já estão em poder da embaixada e você só pode esperar. Já tinha lido que demora e que as senhas não são chamadas na ordem, quer dizer, não dá nem pra ler, porque ficam chamando as senhas fora da ordem e você precisa ficar atento para não perder a vez. E, claro, existem duas chamadas, uma para colheita das digitais e outra para a entrevista. 

Demoraram umas 2h para nos chamarmos para a colheita das impressões digitais. Duração da colheita: 2 minutos, porque o sistema deu pau e a gente teve que repetir. A sorte (sorte?) é que tinha uma lanchonete que servia chocolate quente da Nestlé.

Quase 1h mais tarde chegou a hora da entrevista (entrevista?). Perguntas: – Pra onde vocês vão? – Vão quando? – Quando tempo vão ficar? – Já viajaram para os EUA? – Já saíram do Brasil antes? – Têm filhos? “Ok, o visto de vocês foi aprovado, agora é só pagar a taxa de envio dos passaportes”. Duração da entrevista: 1 minuto.

Mais uma fila, a última, para pagar o envio do sedex. R$16.

Os passaportes devem chegar dia 23 de julho, com o documento mais difícil de se conseguir DO MUNDO.

Tempo de espera da marcação até a entrevista: 29 dias.

Tempo de espera na embaixada: 5h10.

Valor gasto: R$624, para duas pessoas.


Praia dos Carneiros – o fim do paraíso

9 de janeiro de 2010

Voltei de mais umas férias na ex-minha praia…

Ex porque ela foi tomada! Literalmente:

Agora é assim em Carneiros...

Consegue contar?

Em cima da pedra eu contei 110 pessoas… E nem tava tão lotado assim…

Onde essa pequena multidão se concentra tem uma pequena piscina que tem corais e peixes (pobres peixes)…

É gente demais.

Os catamarãs começam a chegar as 9h30 para ficar no Bora Bora, trazendo pessoas de Porto de Galinhas…

Mais um catamarã desembarcando uma multidão...

 E ainda tem os barcos do Bar da Prainha que oferecem passeios para as pessoas que estão lá…

Enfim, é gente demais.

Ficamos sabendo que teve um dia que só o Bora Bora recebeu 1000 pessoas… Sim, eu disse 1000!!

Se essa área fosse realmente uma área de preservação ambiental isso não poderia acontecer…

Meu único consolo era esperar a hora de partida dos catamarãs…


Reveillon – decepção

19 de janeiro de 2009

Esqueci de comentar minha festa de reveillon…

Que decepção!

Foi horrível… Horrível mesmo. Talvez tenha criado muitas expectativas e principalmente os outros (colunistas e jornalistas), mas foi realmente ruim.

Explico-me:

Na montagem da festa já comecei a ficar preocupada. As cadeiras e mesas eram de plástico. Me lembrei na hora de Ricardo Freire (“cadê o Ric pra ver isso?” eu me perguntava). Achei, sinceramente que iriam cobrir as mesas com algum tecido, afinal, na propaganda disseram que seria o reveillon mais “chique” da região… Sei. No fim, as mesas de plástico amarelo dominaram.

Aliás, o plástico dominou completamente a festa do Beijupirá. Os pratos, os talheres, os copos… Que horror! Tudo o que se colocava dentro do prato ficava ruim ou pelo menos feio…

As filas… Quem já viu festa chique com fila? É, fila pra pegar comida! Ah, não… Só me mantive na fila porque estava realmente com fome e pra quê? Pra comer pão murcho e salaminho… Festa chique, sei…

Convidados que estivessem sentados em mesa tinham direito a uma garrafa de espumante, uma de vodca e outra de uisque… Não tomamos nem a espumante, demos os tiquetes para o segurança, que deve ter ficado feliz e bêbado da vida! Hahahaha

Como eu era vizinha da festa achei o som muito alto, mas nada que meu sono e um ar condicionado não resolvessem, mas ainda assim a orquestra só parou de tocar às 6h da matina, foi foda!

Eu fui dormir rapidinho… Festas para os filhos de “paínho” são realmente um saco, não tenho mais saco, não…

Acordei para tomar o café da manhã umas 5h, na mesma hora que o sol nasce. Mais uma decepção… Além da fíla de bêbados e principalmente de bêbadas, filhos e filhas de  “paínho”, gritando e dançando, o café foi mais que decepcionante… Eu só tive coragem de comer frutas. Os pães eram os mesmos servidos antes do jantar, quer dizer, pão dormido… O café, digo, o chafé tava aguado… E o leite? Urgh, quase vomitei…

E pra fechar com chave de ouro (ouro mesmo), bem na hora que a orquestra parou de tocar começou uma briga… Hahahaha Foi bofete pra todo lado! Hahahaha Eu só fiquei com medo de tiro… Mas foi legal ver o povo “apanhado”, sangrando, deitado no chão… E pergunta se a segurança fez alguma coisa… Fez nada! Imagina alguém ganhar ’50 conto’ pra dar a cara a tapa e segurar um bando de bebuns de fim da festa, eu heim! Eu também não faria nada! Hahahaha

Resumindo, espero que no fim deste ano não tenha festa nenhuma pro dia, enfim, nascer feliz!