Museu temático – parte II

21 de novembro de 2010

Nesta minha última viagem o tema do museu foi o céu.

O tema foi escolhido quando eu fiquei vidrada no céu do Van Gogh.

Um mais louco que o outro:

Van Gogh não pintou, ele fazia um alto relevo de tinta muito doido!

A partir daí, foi um céu atrás do outro. Quis fazer uma comparação dos céus dos pintores…

Alguns quadros eu não sei quem pintou, soube na hora que tirei a foto, mas depois esqueci, mas o seu céu veio comigo e agora é meu.

Monet tem um céu super-especial:

Agora, o Magritte dá um show quando o assunto é céu…

E o mais louco do Magritte, The false mirror:

Lembrando sempre que não é permitido tirar fotos com flash nos museus.


Museu temático

24 de outubro de 2010
Adoro museus!

 

E tenho um jeito especial de tornar a visita a um deles ainda mais legal.

São as fotos temáticas de museu.

Essa ideia surgiu pra mim, no ano passado, quando fui pra Europa. E o tema da vez foi: BUNDAS.

As primeiras foram fotografadas em Munique. E  a estória era a seguinte: vale qualquer bunda, feminima, masculina, peluda, pelada… O importante era ser bunda.

Esta estava na frente de um museu

 

Na Pinacoteca de Munique eu fiz a festa!

Feminima

 

?

 

Esta eu acho que é uma de Rodin

 

No Louvre eu me esbaldei!

Curto muito arte greco-romana e como as esculturas estão sempre peladas, foi um delírio.

Peluda

 

De mulherzinha

 

Parece de homem

 

Bem arrebitadinha

 

De mulher

 

Este é o cofrinho da Vênus de Milus

 

Óóóóóó

 

De mulherzinha, com certeza...

Estou falando disso porque dei continuidade às minhas aventuras “bundísticas” no Met e no MoMA em Nova York e criei novos temas (céus e cabelos), que vão virar posts.

Bundinhas de ninfas

 Meu erro foi não ter tirado uma foto da descrição de cada obra, até pra eu saber do que estou falando. Isso eu só aprendi no fim da última visita a um museu.

Bunda com saquinho de nozes

Bunda no MoMA

A vida é o que fazemos dela, observar o mundo e tudo o que foi criado por outros seres humanos pode nos dar novas ideias para melhorar nossas vidas e a dos outros, por isso:   INVENTE SEU TEMA E VÁ AO MUSEU!


Guias de Nova York

4 de setembro de 2010

Essa viagem foi sonhada… Bastante sonhada.

O primeiro guia foi comprado há mais de 2 anos. Um guia visual da Publifolha, edição 2007.

Ótimo guia. A primeira parte conta a história do lugar (os índios chamavam a ilha que foi vendida aos holandeses de Man-a-hatt-ta), depois os principais pontos turísticos, arquitetônicos e culturais. Em seguida fala do ano em Nova York, médias de temperatura, chuvas e festividades.

Aí vem o guia propriamente dito, como eles dizem: “área por área”. Em cada uma das áreas é escolhida a parte principal com um mapa rua a rua. São mostradas as principais ‘atrações’, descrevendo do que se trata, se pode visitar, horários, preços e etc.

Agora a parte que o diferencia dos outros: As Indicações ao turista. Onde ficar, serviços, horários, preços, a conta, tips, comida e restaurantes.

E ainda tem o manual de sobrevivência, informações úteis sobre etiqueta, segurança, dinheiro (as moedas não têm números ou nome), como chegar e circular em Nova York (táxi, metrô, ônibus).

Finalmente o mapa da cidade, com os nomes das ruas e as principais atrações.

O segundo guia é da editora Ciranda Cultural, edição 2007.

Bem mais simplezinho (de bolso), já começa na orelha do guia com o mapa do metrô e de um pedaço de Manhattan. Dividido por cores, primeiro fala do “essencial”, principais pontos turísticos, compras.

Depois o “área por área”, que se inica com um mapa, as principais atrações, trajeto de um passeio a pé, compras, onde comer.

No final tem um “onde ficar”, “o que você precisa saber” com dicas de etiqueta e locomoção.

Sim e ainda tem um super mapinha guardado num compartimento especial. Muito bom pra levar no dia a dia.

E o terceiro e último é um guia de de passeios, também da Publifolha, edição 2009.

Este mostra dicas de passeios à pé de no máximo 5 km (sem contar as andanças para compras ou museus). Mostra os principais pontos turísticos, divididos por região.


TripIt x Dopplr

11 de agosto de 2010

Agora que Nova Iorque é quase uma realidade comecei a testar os sítios e ver qual é o melhor (pra mim).

Vejamos:

Sinceramente, eu gostei mais do TripIt.

O Dopplr é uma rede social, para contar para as pessoas para onde você vai e contar como foi e deixar dicas, não dá pra planejar a viagem em si, só compartilhá-la.

Por isso, o TripIt é melhor. Lá eu posso “planejar” minha viagem, quantos dias vou ficar, por onde vou passar, colocar os voos (e ele encontra o voo e pôe até os horários), os hotéis, os passeios, isso, sim, é um “planejador” de viagens, se eu quiser compartilhar minha viagem, conto no Facebook para meus amigos.

Fiz minha escolha, me encontre no TripIt!


A saga do visto americano

17 de julho de 2010

Ah, se eu soubesse…

Para explicar o que aconteceu no dia 15 de julho de 2010, tenho que voltar no tempo, mais exatamente para o dia 18 de junho de 2010, quando eu decidi (essas decisões…) que já era hora de marcar logo a entrevista para o famigerado visto americano.

Fui no site e vi o que era preciso para iniciar os trabalhos (e que trabalho!).

Primeiro passo, paguar a taxa que dá direito a marcar a entrevista e, se preciso, fazer contato telefônico. R$ 38 descontados no cartão de crédito e entrevista para 18 de agosto (!!!!!). Ok. Fazer o quê?

Dia 23 de junho passo pelo site só pra ver para que data estavam marcando. E para minha surpresa e desespero, estavam marcando para o dia 15 de julho. Como assim? Puta sacanagem! Enfurecida tentei mudar a data, mas só poderia efetuando outro pagamento de taxa… Felows!

Paguei de novo!

Aí se iniciava o primeiro dos martírios, o sistema começou a dar pau e eu não conseguia finalizar o agendamento. Para resumir, perdi a tarde inteira (e consequentemente um dia de trabalho) tentando fazer o agendamento e soltando uns grunidos de vez em quando.

Eram 17h30 quando finalmente eu consegui marcar: 15 de julho de 2010, às 8hs.

A partir daí, fui em busca de informações sobre a documentação necessária e os procedimentos seguintes. Encontrei um site, viajandoparaorlando.com.br que tem um blog que trata exatamente do visto e do preenchimento dos formulários. Li todos os comentários, todas as experiências e dúvidas.

Próximo passo, preenchimento do formulário D-160.

São muuuuitas perguntas pessoais, outras nem tanto. Perguntam onde você vai ficar, se conhece alguém que mora lá, e até se você é terrorista (quem, eu?), enfim, um questionário sem fim que você precisa ficar salvando a cada folha pois o sistema trava a cada 20 minutos, e se você não salvar, perde todas as informações. Fiz por partes, como o Jack, o estripador, para não pirar.

Depois vem a foto.

5×5 ou 5×7, com fundo branco, exibindo seu pescoço, testa e orelha. É necessária uma foto para apresentar no dia da entrevista e outra em meio digital com tamanho máximo de 240k. Ok, ok… A foto é anexada ao formulário.

Com a foto anexada, envio e impressão do formulário, que deve ser apresentado no dia da entrevista.

Agora o agamento da taxa do visto, propriamente dito, no valor de $140 dolares, que deve ser paga no Citibank, em espécie. Fui no dia do segundo jogo do Brasil às 9h, lá no SCS. Para meu total espanto, o SCS estava vazio e não tinha ninguém na minha frente na fila do banco. Basta entregar o passaporte que o caixa emite a guia da embaixada. A guia deve conter seu nome e o número do passaporte. Acho que essa foi a única parte fácil.

Separação dos documentos necessários.

Contracheque, imposto de renda, extrato bancário, declaração de união estável, certidão de nascimento (só para mim que mudei de nome).

Patience, forbearance, endurance…

Enfim, dia 15 chegou. Como sou pontual, resolvi que tinha que chegar adiantada. 7h40 cheguei lá e não acreditei na fila que já se formava. Descobri que todos são marcados para as 8hs. E os constrangimentos começam…

Primeiro você é identificado na lista deles. Passa pelos seguranças que abrem sua bolsa, sua carteira, passam o detector de metal enquanto você fica de braços abertos (frente e costas), só faltou enfiar a mão no meu bolso. Não é permitida a entrada de qualquer eletrônico – aqui em Brasília eles têm uma espécie de “guarda-volumes” para aqueles que vêm de fora.

Depois passa por outro detector, daqueles tipo batente de porta, se é que me faço entender. Entrada liberada para o território americano em Brasília. Isso demorou uns 40 minutos.

Já na sala reservada à boiada brasileira ávida por entrar na terra prometida, mais 1h na fila para apresentar os documentos – que são retidos para análise e posterior devolução – e pegar sua senha.

E então, a via crucis estava formada. Seus documentos já estão em poder da embaixada e você só pode esperar. Já tinha lido que demora e que as senhas não são chamadas na ordem, quer dizer, não dá nem pra ler, porque ficam chamando as senhas fora da ordem e você precisa ficar atento para não perder a vez. E, claro, existem duas chamadas, uma para colheita das digitais e outra para a entrevista. 

Demoraram umas 2h para nos chamarmos para a colheita das impressões digitais. Duração da colheita: 2 minutos, porque o sistema deu pau e a gente teve que repetir. A sorte (sorte?) é que tinha uma lanchonete que servia chocolate quente da Nestlé.

Quase 1h mais tarde chegou a hora da entrevista (entrevista?). Perguntas: – Pra onde vocês vão? – Vão quando? – Quando tempo vão ficar? – Já viajaram para os EUA? – Já saíram do Brasil antes? – Têm filhos? “Ok, o visto de vocês foi aprovado, agora é só pagar a taxa de envio dos passaportes”. Duração da entrevista: 1 minuto.

Mais uma fila, a última, para pagar o envio do sedex. R$16.

Os passaportes devem chegar dia 23 de julho, com o documento mais difícil de se conseguir DO MUNDO.

Tempo de espera da marcação até a entrevista: 29 dias.

Tempo de espera na embaixada: 5h10.

Valor gasto: R$624, para duas pessoas.


Lomography

28 de março de 2010

Depois de confirmar que minha máquina de plástico funciona, fui atrás de mais informações sobre ela. Acabei encontrando um site da própria fabricante e me cadastrei, claro.

Link:

http://www.lomography.com.br/

Começo a perceber que muitas pessoas são fãs desta velha tecnologia e estão se divertindo com suas máquinas.

Pra me divertir estou tendo que ir um pouco mais longe. Aqui em Brasília não se vende filme de 120mm, comprei em Curitiba uns rolinhos de P&B, na Diafilme. Já entregaram. Estou esperando a seca começar pra fotografar os monumentos de Brasília.


Velho Mundo – Preparativos

11 de outubro de 2009

Guias e dicionários

A viagem está chegando e meu coração já bate mais forte, o frio na barriga agora é uma constante, tá difícil dormir a noite, a ansiedade está grande e eu quase chego a sentir medo, e olhe que ainda faltam 22 dias pra eu viajar. Acompanhe minha contagem regressiva no Twitter (Twitter: um ótimo contador regressivo, por falta de utilidade melhor) https://twitter.com/morenaloira.

Mas, pra mim é como se ela fosse amanhã…

Vamos aos itens essenciais:

Passaporte: OK!

Mala: OK!

Roupas: OK, porque o resto é pra comprar lá!

Guias e dicionários: OK!

Reserva dos aviões: OK! – Berlim-Barcelona, Barcelona-Paris e Paris-Ljubljana.

Reserva dos trens: quase OK! Vou fazer os trechos Munique-Berlim e Ljubljana-Munique de trem, by Deutsche Bahn! First Class, te mete, meu bem!

Reserva dos hotéis: HOJE É DIA DE CONFERÊNCIA NA CASA CARLINHA. Vamos afinar o roteiro e definir hotéis. Amanhã, post com roteiro e hotéis definidos.

faltando o seguro-saúde, l’argent ($$$) e estou cogitando um cartão VTM de débito.

Já fiz o primeiro teste da mala. Enchi de coisas, das roupas, acessórios, nécessaire com tudo dentro, livros, casacos, toalha de banho (pra não correr o risco de ter que me secar com o lençol da cama em Paris)… Tudo deu 16,6k, contando com a mala que pesa mais de 5k, tô bem, né? Contando que posso levar para o vôo internacional duas malas de 23k cada, mas nos vôos por lá, só 20k e olhe lá!!! E se passar, paga-se de 1% a 2% do valor da passagem por cada quilo extra. Então, tem que economizar no peso da mala.