Dopplr

31 de julho de 2010

Descobri um novo site de programação e organização de viagens, chama-se Dopplr.

Ainda estou aprendendo a mexer e estou esperando a próxima viagem para brincar. Hehehe

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Percevejos???

21 de julho de 2010

Hahahaha

Comecei a busca por Nova Iorque, e olha o que encontrei, saiu esses dias na Folha:

“Nova York, quem diria, agora caça percevejos”.

A cidade está infestada de percevejos, infestada, não, superinfestada!

Dizem que o problema é sério, mas quem vai acreditar que está se coçando todo porque foi mordido por percevejos em Nova Iorque? Se não saísse na Folha eu não ia acreditar nunca (mitos da internet). Aliás, eu achar que tinha levado os percevejos do Brasil…

Enfim, essas são as dicas pra se foder menos:

Essa é a fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/turismo/766974-nova-york-quem-diria-agora-caca-percevejos.shtml

E deixo aqui uma cançãozinha pra animar meus preparativos:

“A pulga e o percevejo fizeram uma combinação
Fizeram a serenata debaixo do meu colchão
Torce, retorce, procuro mas não vejo
Não sei era pulga ou se era percevejo”.

Chegou!

20 de julho de 2010

O passaporte chegou!

E com o visto! E por 10 anos!! E tipo B1 e B2 (turismo e congressos)!!!!!

Muito bem na foto!

Hahahahaha

Depois de tanto tempo de espera, até que chegou rápido. É o fim de um tormento. Agora é só começar os preparativos.


Das praias que conheci – Parte III

18 de julho de 2010

Janeiro de 2005.

Destino: COSTA DOS CORAIS!!!

Férias perfeitas, praias perfeitas.

Com máquina digital, carro alugado, sem nenhum hotel reservado, no melhor estilo easy rider.

Ai ai…

Tenho que deixar aqui registrado que foi nesta viagem que “conheci” Ricardo Freire e seu ponto de vista tão parecido com o meu. Foi numa revista de turismo que estava na banca do aeroporto. Muita coincidência, eu indo para aquela região e um cara falando de lá… Sei… Qual não foi nossa surpresa quando ele sugeria a visita a uma região que nós com certeza não iríamos conhecer (como todo turistão, iríamos contornar a então nomeada “Rota Ecológica”, entre Maceió e Maragogi). Deste então, sempre “consulto”-o quando quero saber alguma coisa sobre viagens. 

Descemos em Maceió, pegamos um carro (sim, a partir de então, sempre com carro) no aeroporto mesmo e fomos direto pra São José da Coroa Grande em Pernambuco, há uns 150km.

Chegando em São José da Coroa Grande

Ficamos na Pousada Oriente, beira-mar, novinha (na época), praia de cidade com amendoim cozido, queijo coalho assado, raspa-raspa e o delicioso “PICOLÉ CASEIRO CAICÓ”.

Poucas alternativas para comer, com exceção do restaurante Calamares. classe A e preços moderados.

Com a base em São José, fomos fazer minha primeira visita à Praia dos Carneiros…

Que primeira impressão…

A tradicional foto "na sombra do coqueiro"

Nós na paradisíaca Praia dos Carneiros

Carneiros by Wal

Com as dicas de Ric (intimidade é foda), entramos em Japaratinga pra descobrir um lugar quase perdido. Estrada de terra e clima de interior à beira-mar. Encontramos uma pousadinha também recém inaugurada chamada Igarakuê. Simples e limpinha, nada de mais. Não gostei muito da localização, a pousada ficava muito perto do rio e o mar ficava um pouco turvo.

No dia seguinte seguimos para São Miguel dos Milagres, do outro lado do rio.

Ficamos na Pousada da Amendoeira. Novinha. Uma delícia. Um rango delicioso (diária com meia pensão). Ótima dormida.

Espelho em Milagres

 De Milagres, fomos para Barra de São Miguel, praia linda, pena que praia de cidade. Muito cheia. Mas ficamos no melhor hotel da cidade, e no melhor quarto também. O hotel era o Village Barra, beira-mar, linda vista, quartos novos, e na cidade uma variedade enorme de comidinhas gostosas.

Modelete

Ufa!!!


A saga do visto americano

17 de julho de 2010

Ah, se eu soubesse…

Para explicar o que aconteceu no dia 15 de julho de 2010, tenho que voltar no tempo, mais exatamente para o dia 18 de junho de 2010, quando eu decidi (essas decisões…) que já era hora de marcar logo a entrevista para o famigerado visto americano.

Fui no site e vi o que era preciso para iniciar os trabalhos (e que trabalho!).

Primeiro passo, paguar a taxa que dá direito a marcar a entrevista e, se preciso, fazer contato telefônico. R$ 38 descontados no cartão de crédito e entrevista para 18 de agosto (!!!!!). Ok. Fazer o quê?

Dia 23 de junho passo pelo site só pra ver para que data estavam marcando. E para minha surpresa e desespero, estavam marcando para o dia 15 de julho. Como assim? Puta sacanagem! Enfurecida tentei mudar a data, mas só poderia efetuando outro pagamento de taxa… Felows!

Paguei de novo!

Aí se iniciava o primeiro dos martírios, o sistema começou a dar pau e eu não conseguia finalizar o agendamento. Para resumir, perdi a tarde inteira (e consequentemente um dia de trabalho) tentando fazer o agendamento e soltando uns grunidos de vez em quando.

Eram 17h30 quando finalmente eu consegui marcar: 15 de julho de 2010, às 8hs.

A partir daí, fui em busca de informações sobre a documentação necessária e os procedimentos seguintes. Encontrei um site, viajandoparaorlando.com.br que tem um blog que trata exatamente do visto e do preenchimento dos formulários. Li todos os comentários, todas as experiências e dúvidas.

Próximo passo, preenchimento do formulário D-160.

São muuuuitas perguntas pessoais, outras nem tanto. Perguntam onde você vai ficar, se conhece alguém que mora lá, e até se você é terrorista (quem, eu?), enfim, um questionário sem fim que você precisa ficar salvando a cada folha pois o sistema trava a cada 20 minutos, e se você não salvar, perde todas as informações. Fiz por partes, como o Jack, o estripador, para não pirar.

Depois vem a foto.

5×5 ou 5×7, com fundo branco, exibindo seu pescoço, testa e orelha. É necessária uma foto para apresentar no dia da entrevista e outra em meio digital com tamanho máximo de 240k. Ok, ok… A foto é anexada ao formulário.

Com a foto anexada, envio e impressão do formulário, que deve ser apresentado no dia da entrevista.

Agora o agamento da taxa do visto, propriamente dito, no valor de $140 dolares, que deve ser paga no Citibank, em espécie. Fui no dia do segundo jogo do Brasil às 9h, lá no SCS. Para meu total espanto, o SCS estava vazio e não tinha ninguém na minha frente na fila do banco. Basta entregar o passaporte que o caixa emite a guia da embaixada. A guia deve conter seu nome e o número do passaporte. Acho que essa foi a única parte fácil.

Separação dos documentos necessários.

Contracheque, imposto de renda, extrato bancário, declaração de união estável, certidão de nascimento (só para mim que mudei de nome).

Patience, forbearance, endurance…

Enfim, dia 15 chegou. Como sou pontual, resolvi que tinha que chegar adiantada. 7h40 cheguei lá e não acreditei na fila que já se formava. Descobri que todos são marcados para as 8hs. E os constrangimentos começam…

Primeiro você é identificado na lista deles. Passa pelos seguranças que abrem sua bolsa, sua carteira, passam o detector de metal enquanto você fica de braços abertos (frente e costas), só faltou enfiar a mão no meu bolso. Não é permitida a entrada de qualquer eletrônico – aqui em Brasília eles têm uma espécie de “guarda-volumes” para aqueles que vêm de fora.

Depois passa por outro detector, daqueles tipo batente de porta, se é que me faço entender. Entrada liberada para o território americano em Brasília. Isso demorou uns 40 minutos.

Já na sala reservada à boiada brasileira ávida por entrar na terra prometida, mais 1h na fila para apresentar os documentos – que são retidos para análise e posterior devolução – e pegar sua senha.

E então, a via crucis estava formada. Seus documentos já estão em poder da embaixada e você só pode esperar. Já tinha lido que demora e que as senhas não são chamadas na ordem, quer dizer, não dá nem pra ler, porque ficam chamando as senhas fora da ordem e você precisa ficar atento para não perder a vez. E, claro, existem duas chamadas, uma para colheita das digitais e outra para a entrevista. 

Demoraram umas 2h para nos chamarmos para a colheita das impressões digitais. Duração da colheita: 2 minutos, porque o sistema deu pau e a gente teve que repetir. A sorte (sorte?) é que tinha uma lanchonete que servia chocolate quente da Nestlé.

Quase 1h mais tarde chegou a hora da entrevista (entrevista?). Perguntas: – Pra onde vocês vão? – Vão quando? – Quando tempo vão ficar? – Já viajaram para os EUA? – Já saíram do Brasil antes? – Têm filhos? “Ok, o visto de vocês foi aprovado, agora é só pagar a taxa de envio dos passaportes”. Duração da entrevista: 1 minuto.

Mais uma fila, a última, para pagar o envio do sedex. R$16.

Os passaportes devem chegar dia 23 de julho, com o documento mais difícil de se conseguir DO MUNDO.

Tempo de espera da marcação até a entrevista: 29 dias.

Tempo de espera na embaixada: 5h10.

Valor gasto: R$624, para duas pessoas.