A mala

Tem um versinho infame que eu aprendi quando eu era criança e nunca mais esqueci:

“Eu queria a mala

Amá-la como ninguém

Mas como poderei amá-la

Se a mala ficou no trem”

É, enfim consegui comprar a mala. Mas não qualquer mala, e sim a mala que eu quis.

A mala

A mala

Enfim, é minha. 

A ênfase nessa estória toda é que eu já tinha namorado ela na vitrine, mas como não ia viajar, namorei, mas não levei. Quando surgiu a viagem, fui atrás da mala, mas ela tinha acabado. “Cheetos”!!!

Uma semana depois, ela chegou!

E já está devidamente identificada com minhas fitas roxa-liláses!

Amei!

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